terça-feira, 9 de janeiro de 2018

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A Convenção de Igrejas e Ministros Gileade lhe deseja que a paz 
do Senhor Jesus Cristo habite ricamente em tua vida.

"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie". (Ef.2.8,9).

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NOSSA AGENDA 2018




Atividades da CIMING: 

10 de Março 2018 - Encontro de mulheres
21 de Abril 2018 - Fórum de Presbíteros e Diáconos
29,30 de Junho e 1 de Julho 2018 - Encontro de pastores
21 de Julho 2018 - Conferência de jovens
20 de Outubro 2018 - Aniversário da CIMING

Maiores informações:
(85) 9.8950-3864 Cleide ou cleideribeiro133@gmail.com







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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

NOSSA HISTÓRIA












No dia 04 de agosto de 2007, 35 igrejas evangélicas  na representação de seus pastores, após o rompimento em 02 de agosto de 2007 com a Igreja Betesda devido a ensinos controversos sobre Teologia Relacional (Teísmo Aberto) e neo-ortodoxia, se organizaram provisoriamente em uma Convenção.

Durante os meses de agosto e setembro de 2007 foram fundadas as primeiras Igrejas Cristãs Gileade. Período em que foi definido o Credo da Gileade e Estatutos locais.

No dia 28 de novembro de 2007, os ministros das Igrejas Cristãs Gileade se reuniram para elegerem uma diretoria interina.Formada por: Pr.Manoel Filho, Pr.José Célio, Pb.Daniel Durand, Pr.Honório Neto, Pr.Arnaldo Cacau e Pb.Airton Barbosa.

No dia 26 de julho de 2008 os ministros da Gileade se reuniram para aprovarem o estatuto da Convenção.

No dia 18 de agosto de 2008 comemoraram juntos um ano de criação das Igrejas Cristãs Gileade e neste dia houve a ordenação de vários pastores e presbíteros.

No dia 01 de outubro de 2008 os ministros das Igrejas Cristãs Gileade, em Assembléia Geral Extraordinária, legalizaram a Convenção de Igrejas e Ministros Gileade - CIMING. E confirmaram o Estatuto Social com os órgãos administrativos: Diretoria, Conselho Ministerial e Comissão de Contas.

NOSSA CONFISSÃO DE FÉ











Cremos...

Em um único Deus (Is.45.5), Criador de “todas as coisas” visíveis e invisíveis (Is.44.24; Cl. 1.16-17), atemporal (Is.40.28), ilimitado e imaterial (Jo.4.24), pessoal (Gn.1.26) e Santo (Sl.22.3), subsistente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo (Mt.3.16,17), onisciente, onipotente e onipresente (Hb.4.13; Gn.17.1; Sl.139.7) e que governa soberanamente todas as coisas (Sl.103.19; 2Cr.29.12; Jr.10.23; Lm.5.19).

Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2Tm.3.14-17).

Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is.7.14; Mt.1.20; Rm.8.34 e At.1.9).

Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm.3.23; Ef.2.1-3 e At.3.19).

Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça mediante a fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo.3.3-8, Cl.3.9,10 e Ef.2.8-9).

No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At.10.43; Jo.5.24 ; 1Ts.5.9, Hb. 5.9; 7.25 e Rm.1.1).

No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt.28.19; Rm.6.3-6 e Cl.2.12) e na Santa Ceia como ato memorial de sua morte (1Co.11.23-29).

Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb.12.14; 1Ts.5.23 e 1Pe.1.15).

No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com suas devidas evidências, conforme a Sua vontade (Lc.24.49; At.1.5; 2.4,16-18).

Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1Co.12.1-12).

Na Segunda Vinda pessoal de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra; segunda - visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts.4.16-17; 1Co.15.51-54; Ap.19.14; Cl.3.4; Mt.24.30; Zc.14.5 e Jd.14).

Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber recompensa de acordo com as obras praticadas por meio do corpo (2Co.5.10).

No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Dn.12.2; Ap.20.11-15).

Num novo céu e numa nova terra onde habitaremos eternamente com Cristo (2Pe.3.13).